Tuesday, December 04, 2007

Novo Metal Online Magazine

English version:

Ok, if we should situate the stylistic base in some point, then we say that the root of the sound of this surprising Amarna Sky is the Doom Metal. But, following the example of other bands that has deed of this style a than more evolved in the last years (removing him of the apparent dead end where was found in the beginning of the decade), in Rising Heresy the thing goes beyond than traditionally we wait of the genre.

It celebrated pair of musicians (we are speaking of a national band here), still count with some special participations of weight, made by musicians of renown in the international setting, to knowledge: Karl Sanders and Erol Unala. But it is not then that arise the merits of Deni & Aldo, of course. A precise and detailed instrumental, clean and introspective vocals, beyond a proposal - fortunately - eccentric, constitute the registered trademark here.

The rhythmic and introspective climate of the compositions remits us, as already said, to the Doom. However, such "climate" is the only bond, and the experimentalism reigns during all the album, bringing also strong connection with the Prog. But the ingredients not pairs thereabouts. It would be able to be said that we have here an Avantgard Metal with references Doom/Folk/Ambient/Prog/Epic, more or less in the line in that acts the big Summoning. The difference is that, in Rising Heresy, the (strong) baroque inclinations remit to the Egyptian folklore.

More than inclinations, goes. The old Egyptian culture consists, in fact, in the nucleus of all the thematic inspiration and full spring of the present exotic elements in the sound of the Amarna Sky - fact that generates several deliciously unusual passages. A big revelation of the Brazilian setting!

Rate: 9,0 - By Alessandro Alskyer



Portuguese version:

Ok, se temos que situar a base estilística em algum ponto, então digamos que a raiz do som deste surpreendente Amarna Sky é o Doom Metal. Mas, a exemplo de outras bandas que tem feito deste estilo um dos que mais evoluíram no últimos anos (tirando-o do aparente beco sem saída onde se encontrava no início da década), em Rising Heresy a coisa vai além do que tradicionalmente se espera do gênero.

A festejada dupla de músicos (estamos falando de uma banda nacional aqui), ainda conta com algumas participações especiais de peso, feitas por músicos de renome no cenário internacional, a saber: Karl Sanders e Erol Unala. Mas não é daí que surgem os méritos de Deni & Aldo, claro. Um instrumental preciso e detalhado, vocais limpos e introspectivos, além de uma proposta - felizmente - excêntrica, constituem a marca registrada por aqui.

O clima introspectivo e cadenciado das composições nos remete, como já dito, ao Doom. Entretanto, tal "clima" é o único vínculo, e o experimentalismo impera ao longo de todo o play, trazendo também forte conexão com o Prog. Mas os ingredientes não param por aí. Poderia-se dizer que temos aqui um Avantgard Metal com referências Doom/Folk/Ambient/Prog/Epic, mais ou menos na linha em que atua o grande Summoning. A diferença é que, em Rising Heresy, as (fortes) inclinações barrocas remetem ao folclore egípcio.

Mais que inclinações, vai. A cultura egípcia antiga consiste, na verdade, no núcleo de toda a inspiração temática e fonte plena dos elementos exóticos presentes no som do Amarna Sky - fato que gera várias passagens deliciosamente inusitadas. Uma grande revelação do cenário tupiniquim!

Nota: 9,0 - Por Alessandro Alskyer